segunda-feira, 3 de abril de 2017

EMPRESA ITALIANA LÍDER EM MONTAGEM DE EMPREENDIMENTOS FOTOVOLTAICOS ENTREGA EM ABRIL, NA BAHIA, A MAIOR USINA DE ENERGIA SOLAR DA AMERICA LATINA




A Enerray do Brasil, empresa especializada em energia fotovoltaica, subsidiária da SECI Energia da Itália (Gruppo Industriale Maccaferri), que detém a liderança na montagem de empreendimentos fotovoltaicos, é responsável por duas obras no interior da Bahia com usinas que gerarão 254 MWp e 103 MWp e uma produção anual estimada em 700 GWh.
Jundidaí - SP (DINO) 15/03/2017  
 maior parque solar da América Latina
A energia que será produzida, equivale às necessidades anuais de consumo de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 180 mil toneladas de CO2 por ano.
Será entregue em abril, a obra de 550 hectares, realizada pela Enerray do Brasil, que compreende um sistema fotovoltaico de geração centralizada de energia, construída no estado da Bahia, no Nordeste do Brasil, que terá a capacidade de 254 MWp, com produção anual estimada de cerca de 550 GWh, a energia que será produzida, equivale às necessidades anuais de consumo de mais de 268 mil domicílios brasileiros, evitando a emissão de mais de 180 mil toneladas de CO2 por ano. As obras já realizadas pela Enerray são responsáveis por retirar da atmosfera 524.332,23 toneladas de CO2.
O sistema que será entregue em abril, é constituído por 7 subsistemas, instalado com rastreadores de eixo único que permitirão que os módulos fotovoltaicos se movam ao longo do dia sempre acompanhando a posição do sol, aproveitando ao máximo a insolação e maximizando a energia gerada.

Esta será a maior usina fotovoltaica da América Latina e contribuirá para atender a demanda de eletricidade no Brasil, que segundo as estimativas até 2020, terá um aumento de consumo em uma taxa média anual de 4%.

A obra envolve mais de 1000 pessoas na construção do projeto e muitas empresas locais fornecem todos os serviços necessários, proporcionando emprego e renda para a comunidade local. Segundo o Diretor da Enerray do Brasil, Thomas Kraus, o Brasil é um mercado com perspectivas de crescimento muito significativas a médio e longo prazo e a Enerray pretende se estabelecer como uma importante empresa no setor de energia renovável. Além da Usina que será entregue em abril, uma outra planta está sendo construída em cerca de 220 hectares, também na Bahia e produzirá 104 MWp.

A Enerray disponibiliza maiores informações sobre os sistemas de geração de energia em seu site www.enerray.com.br ou pelo e-mail info@enerray.com.br

Fonte: Jundidaí - SP (DINO) 

sábado, 1 de abril de 2017

Enel inicia construção da maior usina solar fotovoltaica das Américas

01/04/2017 - 16:16


Com 754 MW, Villanueva é a maior usina fotovoltaica em construção nas Américas. Villanueva é também o maior projeto solar da Enel em todo o mundo. A Enel investirá cerca de U$S 650 milhões na construção da usina.

Roma e Cidade do México — A Enel S.p.A. ("Enel"), por meio de sua subsidiária mexicana de energia renovável Enel Green Power México ("EGPM"), iniciou as obras de construção de sua usina fotovoltaica Villanueva (PV), de 754 MW1, em Viesca, estado de Coahuila, que é a maior usina fotovoltaica em construção nas Américas e o maior projeto solar da Enel em todo o mundo. As obras foram inauguradas hoje, durante um evento que contou com a presença do governador do Estado de Coahuila, Lic. Rubén Moreira Valdez e do Responsável de Energias Renováveis da Enel para a América Central, Paolo Romanacci.

“O início da construção desta planta recorde é outro marco importante para a Enel", disse Paolo Romanacci. "Continuamos a fazer um excelente progresso em relação à nossa estratégia neste mercado de alto potencial. O México é um país-chave para a Enel e esperamos contribuir ainda mais para o crescente setor elétrico do país com a energia limpa gerada por Villanueva e os 530 MW de projetos solares e eólicos que temos em execução. A Enel é um ator importante no desenvolvimento sustentável do México, e está claro que nossa abordagem de criar valor compartilhado para todos os nossos stakeholders em todo o mundo está funcionando muito bem no México."

A Enel vai investir cerca de US$ 650 milhões na construção de Villanueva, como parte do investimento descrito em seu plano estratégico atual. O projeto é financiado através de recursos próprios do Grupo.

Villanueva pertence às subsidiárias da EGPM Villanueva Solar SA de CV e Parque Solar Villanueva Tres SA de CV, e é composta pelos 427 MW1[1] Villanueva 1 e 3 parques 327 MW1[2] Villanueva, que estão sendo construídos ao mesmo tempo. A instalação completa de 754 MW1 deverá entrar em operação no segundo semestre de 2018 e irá gerar mais de 1.700 GWh por ano, equivalente às necessidades de consumo de energia de mais de 1,3 milhão de famílias mexicanas, evitando a emissão de mais de 780 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Em março de 2016, no primeiro leilão de longo prazo do México desde as reformas no setor energético do país, a Enel recebeu o direito de assinar contratos de fornecimento de energia por 15 anos e renovável por 20 anos por cerca de 1 GW de capacidade solar com Villanueva 1 e Villanueva 3, bem como com o projeto fotovoltaico Don José, de 238 MW1. A Enel recebeu mais capacidade do que qualquer outro player que participou do leilão, confirmando sua posição como o maior operador de energia renovável no México em termos de capacidade instalada.

No México, a Enel opera atualmente por meio da EGPM 728 MW de capacidade renovável, dos quais 675 MW vêm de energia eólica e 53 MW de energia hidrelétrica. A EGPM iniciou recentemente a construção do parque eólico de 200 MW de Amistad, que também está localizado em Cohauila. A empresa também está pronta para iniciar a construção do projeto fotovoltaico Don José, no Estado de Guanajuato, e do parque eólico Salitrillos, de 93 MW, no Estado de Tamaulipas.



Arivaldo Bispo


Fonte: Portal Fator Brasil - RJ
           ENEL


terça-feira, 7 de março de 2017

P4 - FILOSOFIAS DE PROTEÇÃO DE GERADORES

FONTE:HTTPS://SELINC.COM/PT/SELU/COURSES/P4/

VISÃO GERAL

Apresentar os aspectos fundamentais relativos à filosofia de proteção de unidades geradoras síncronas. O curso inicia com uma visão geral da proteção de geradores e sobre componentes simétricas. Após uma revisão sobre os fundamentos de geradores síncronos, destaca-se a influência dos tipos de arranjos de subestação e tipos de aterramento, para então abordar os tipos de proteção.
A proteção é detalhada e dividia entre faltas no estator, faltas à terra no rotor, backup, perda de sincronismo, perda de excitação e outras proteções.
Estes aspectos fundamentais são essenciais para atividades de projeto, ajustes, operação e manutenção de geradores.

CAPACIDADES ADQUIRIDAS COM O CURSO

  • Conhecer sobre o uso das funções de proteção geradores síncronos 
  • Analisar o desempenho operacional de sistemas de proteção de unidades geradoras
  • Ajustar sistemas de proteção de unidades geradoras
  • Projetar sistemas de proteção de unidades geradoras

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  • Visão geral da geração de energia elétrica
  • Princípios de proteção e curva de danos de instalações e equipamentos
  • Revisão de componentes simétricas e sistemas por unidade (pu)
  • Exercício 1: cálculos de curto-circuito e faltas em geradores
  • Geradores síncronos:
    • Estabilidade e oscilação de potência
    • Modelos, parâmetros e curva de capabilidade de máquinas
  • Arranjos de subestações de geração
  • Aterramento de geradores
  • Exercício 2: aterramento
  • Proteção do estator
    • Diferencial percentual e diferencial autobalanceado
    • Fase dividida
    • Proteção 100% terra estator: proteção por terceira harmônica
    • Diferencial de sequência zero
    • Injeção de sub-harmônicas
  • Exercício 3: cálculo de ajuste da proteção diferencial e sobrecorrente de neutro
  • Proteção para faltas à terra no rotor
  • Funções de retaguarda
    • Sobrecorrente
    • Sobrecorrente com restrição de tensão
    • Impedância
  • Exercício 4: cálculo de ajuste da proteção de sobrecorrente com restrição de tensão
  • Noções de proteção de falha de disjuntor
  • Proteção de perda de sincronismo
  • Exercício 5: cálculo de ajuste da proteção de perda de sincronismo
  • Proteções relacionadas com a excitação do gerador
    • Sobre-excitação (Voltz/Hertz)
    • Perda de campo
    • Sobretensão
  • Exercício 6 : cálculo de ajuste da proteção de perda de campo
  • Outras funções: potência reversa (motorização), desequilíbrio de corrente, sobre e subfrequência, proteção por energização indevida

LOCAL E REALIZAÇÃO

Este curso será realizado nas dependências da SEL Campinas ou na cidade informada no calendário. Este curso pode ser realizado In Company, entre em contato para mais informações e valores.

INSCRIÇÃO

O limite por turma é de 20 participantes, para que se possa manter atenção personalizada durante todo o curso. Deve haver o mínimo de 8 participantes. A confirmação de matrícula deve ser feita até 10 dias antes da data de realização.

REQUISITOS DO CURSO

PÚBLICO-ALVO
Engenheiros, tecnólogos e técnicos envolvidos com a proteção, em termos de especificação, projeto, apoio técnico ao setor de vendas, estudos, cálculo de ajustes, manutenção e análise de desempenho, no segmento de geração de energia.
PRÉ-REQUISITOS
Conhecimento prévio de matemática fasorial, números complexos, circuitos elétricos, sistemas trifásicos, cálculos por unidade (pu), noções de componentes simétricas, e fundamentos de proteção de sistemas elétricos.
LISTA DE MATERIAL
Os alunos devem trazer calculadora científica com capacidade para realizar operações com números complexos.
CARGA HORÁRIA
O curso tem duração de 24 horas.
Horário: 08h00 às 17h30, com intervalo de 1h para almoço.
INVESTIMENTO
O pagamento poderá ser realizado via boleto, depósito em conta ou cartão de crédito em até 12x (Pagseguro ou Paypal - com juros). O mesmo deverá ser realizado após a confirmação da turma (até 15 dias antes da data de início do curso). * Não cobramos taxa de inscrição
O valor do curso é por participante, incluindo material didático impresso e certificado de conclusão.
Obs: Não estão inclusas as despesas de viagem e refeição dos participantes.

LIVROS INCLUSOS

Investimento
Valor do curso: R$ 3.000

sexta-feira, 3 de março de 2017

A fazenda solar chinesa é quase tão grande quanto Macau, revelam as imagens de satélite da Nasa

A agência espacial americana Nasa lançou imagens notáveis ​​de uma paisagem crescente de geração de energia limpa.


PUBLICADO: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2017, 15h04
ATUALIZADO: sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017, 20h40


A agência espacial americana Nasa lançou espectaculares imagens de satélite da maior fazenda solar do mundo, que fica no planalto tibetano na China.
As imagens publicadas na semana passada mostram como o Longyangxia Dam Solar Park, no noroeste da província de Qinghai, cresceu de um pequeno conjunto de painéis para se tornar uma grande fazenda com 4 milhões de painéis solares em apenas quatro anos.

As imagens da usina solar de 27 quilômetros quadrados - a maior do mundo - foram capturadas pelo satélite Landsat 8 da Nasa em abril de 2013 e no mês passado.

A fazenda é quase o tamanho de Macau, que é de cerca de 30 km2, e pode gerar 850 megawatts de energia limpa, o suficiente para fornecer energia a 200.000 famílias.

Nas mídias sociais, onde as imagens da Nasa eram amplamente compartilhadas, os internautas expressaram admiração diante da gigantesca exibição.

Como a China adotou as energias renováveis ​​e Hong Kong não tem, e o que está por trás da inércia da energia verde da cidade.





segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Robô da IBM substitui 34 funcionários de empresa no Japão

IBM: Watson vai realizar tarefas repetitivas no lugar de humanos (Reprodução/Thinkstock)

São Paulo – O IBM Watson, que a empresa define como uma plataforma de computação cognitiva, substituiu 34 funcionários de um escritório de seguros no Japão, de acordo com o jornal local The Mainichi.

Esse robô funciona como um software de análise de dados com inteligência artificial, que ajuda gestores a tomarem decisões, entre outras centenas de funções. Essencialmente, ele “pensa” como um ser humano e consegue interpretar textos, áudios, imagens e vídeos, mesmo que eles não estejam estruturados.

O Watson vai começar a atuar neste mês na Fukoku Mutual Life Insurance Company lendo documentos médicos e determinando pagamentos com base em ferimentos, históricos e procedimentos médicos.

O investimento inicial da operação é de 1,7 milhão de dólares, com manutenção anual de 128 mil dólares. A empresa espera poupar 1,1 milhão de dólares por ano com o uso do IBM Watson. A Fukoku Mutual Life Insurance Company também utiliza a inteligência artificial para analisar ligações para seu call center, identificando a linguagem dos clientes entre positiva e negativa.

O Watson ficou conhecido em 2011, ao vencer humanos em um programa de perguntas e respostas na TV, o Jeopardy. Essa tecnologia da IBM aprende conforme analisa informações e ajuda empresas a reduzir custos e melhorar o atendimento aos clientes.

Um exemplo de atuação no Brasil é no banco Bradesco. O Watson aprendeu o nosso idioma e a companhia ensinou o sistema a responder mais de 50 mil perguntas dos funcionários sobre suas rotinas de trabalho.

O Fórum Econômico Mundial prevê que a inteligência artificial pode eliminar mais de 7 milhões de empregos nas 15 maiores economias nos próximos anos. Enquanto essas plataformas realizam trabalhos repetitivos, humanos podem ter mais tempo livre para executar tarefas que exigem mais “humanidade”.

Diversos aplicativos para smartphones também utilizam o Watson, como o Nutrino, o Record e o MeCasei



Fonte: http://exame.abril.com.br/tecnologia/robo-da-ibm-substitui-34-funcionarios-de-empresa-no-japao/


Arivaldo Bispo

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Os grandes avanços tecnológicos que vão mudar sua vida em 2017



Se você viu em um filme, é provável que se torne realidade em 2017. Como nas histórias de ficção científica, os telefones mais populares do ano novo serão (quase) completamente formados apenas por uma tela. Alguns de nós passaremos a usar computadores no rosto. E há grandes chances de que algum tipo de inteligência artificial (IA) tome decisões por nós.

Sim, o teletransporte ainda está longe de virar realidade. Mesmo assim, as tecnologias de consumo reservadas para os próximos 12 meses são de impressionar qualquer um. A lista a seguir foi montada com base em conversas com profissionais da indústria, no monitoramento de tendências e, é claro, em consultas à nossa bola de cristal para identificar quais tecnologias causarão impacto no curto prazo.

Uma coisa que nos surpreendeu este ano é a crescente importância do software. Você não precisará necessariamente comprar um telefone, uma TV, um relógio ou uma caixa de som novos para ter acesso aos avanços da inteligência artificial. Eles virão na forma de atualizações e aplicativos, bem como em novos dispositivos reluzentes. Isso também tem sua desvantagem: Se você ainda não foi atacado por um hacker, as chances de virar uma vítima de uma invasão serão ainda maiores em 2017. E uma série de grandes empresas continuará a consolidar poder sobre o que você lê e assiste.

Vídeo móvel para todos

Quer queira ou não, você verá mais vídeos em seu smartphone no ano que vem. Facebook Live. Twitter Live. Instagram Live (e Histórias). Com novos recursos de “streaming” de vídeo, todas as principais redes sociais estão prometendo se transformar numa televisão portátil em seu bolso. Elas também estão ameaçando virar em breve o Snapchat, o serviço de mensagens com base em imagens no qual mais de 10 bilhões de vídeos são vistos todos os dias. Considerando que o vídeo é um grande consumidor de dados, as operadoras de celular oferecerão planos mais reforçados e incentivos para aumentar nossa capacidade de transmissão de dados. (Nos Estados Unidos, as operadoras T-Mobile e Sprint já adotaram de volta os planos ilimitados. Outras operadoras, incluindo a Verizon, começarão a testar redes 5G para um futuro sem fio ainda mais rápido.)

A volta do computador de rosto

Quatro anos após o fracasso do Google Glass, usar um computador em seus óculos já não é uma ideia tão distante. Há alguns meses, muitos consumidores passaram horas na fila para comprar um par de Snap Spectacles, os óculos de sol com câmera embutida fabricados pela controladora do Snapchat. E o sucesso do aplicativo Pokémon Go demonstrou a milhões de pessoas o potencial da tecnologia da realidade aumentada (RA), que sobrepõe informações digitais ao mundo real. Uma grande vantagem da RA sobre a realidade virtual é que ela é muito menos isolante.

Em 2017, veremos óculos que projetam imagens em nosso campo de visão, provavelmente uma nova versão do promissor dispositivo HoloLens, da Microsoft, o bastante aguardado Magic Leap, e possivelmente até algo produzido pela Apple.

Caixas de som inteligentes

O controle de voz fez grandes progressos em 2016, com as caixas de som Echo e Echo Dot levando a conveniência de conversar com a Alexa, a assistente digital da Amazon, a milhões de lares americanos. Prevemos uma invasão ainda maior dessa tecnologia em 2017. A caixa de som Sonos vai se integrar com a Alexa para que o usuário possa ter os benefícios da assistente de voz sem sacrificar a qualidade de áudio, e a GE e outros fabricantes de eletrônicos vão adicionar a Alexa a lavadoras, máquinas de lavar louça, entre outras coisas. Ao mesmo tempo, a assistente virtual Cortana, da Microsoft, vai aperfeiçoar uma das caixas de som da Harman Kardon, e o Google planeja melhorar sua própria caixa de som inteligente Home com serviços de terceiros.

Facebook tratará as notícias seriamente

O Facebook há muito tem evitado assumir suas responsabilidades como uma empresa de mídia. Mas o ciclo eleitoral de 2016 produziu críticas tanto da esquerda quanto da direita sobre como a rede social lidou com as notícias — reais e falsas. Com a chegada de 2017, o diretor-presidente Mark Zuckerberg vem fazendo promessas sobre novos esforços para classificar certas histórias como falsas, ferramentas para identificar informações erradas e alianças com grupos de verificação de fatos. A guerra do Facebook contra as “notícias falsas” poderia mudar a forma como a informação é consumida por centenas de milhões de pessoas e reduzir a amplificação da ignorância facilitada pelo Facebook.

Robôs na estrada

Este é o ano em que os robôs começam a tomar conta da direção dos carros. É difícil encontrar uma montadora — seja ela a Honda, a Hyundai ou a BMW — que não esteja oferecendo modelos 2017 com opções de assistência ao motorista, como frenagem automática para evitar colisões e direção automática para evitar mudanças inesperadas de pista. Esses recursos — juntamente com Wi-Fi, sistemas de navegação e inúmeros sensores — estão abrindo caminho para um futuro de direção conectada e sem motorista. Não é algo tão remoto quanto você imagina. Este ano, será possível até andar em um carro de direção totalmente autônoma. A Uber começou um programa-piloto em Pittsburgh pelo qual veículos Ford robotizados apanham passageiros do serviço de táxi por aplicativo. Mas não se preocupe, “motoristas” humanos estarão lá por garantia.

Um alerta sobre privacidade

Os crimes cibernéticos evoluíram em 2016, com o Yahoo anunciando que teve um bilhão de senhas de usuários roubadas e o governo americano culpando hackers por terem influenciado as eleições dos EUA. Em 2017, há grandes chances de que você seja vítima de um hacker — se ainda não foi. Ativistas de direitos digitais soarão alarmes sobre uma ampliação da vigilância do governo. Empresas com interesse na divulgação de publicidade de produtos e serviços como o Google também estão mais agressivas na compilação de dados detalhados sobre perfis e comportamentos de usuários da web. O que você pode fazer para se defender? Fique de olho em senhas, atualizações de software e mensagens criptografadas. Já há registro de um aumento nos downloads do aplicativo de bate-papo seguro Signal.

A revolução dos consoles

Em 2017, a Microsoft lançará um novo Xbox com foco na realidade virtual e a Nintendo apresentará o Switch, um console híbrido modular que pode ser tanto fixo na TV quanto portátil. A Sony provavelmente também apresentará um novo PlayStation. Os sistemas de jogos costumavam durar de seis a oito anos, mas a tecnologia de entretenimento está avançando a um ritmo mais rápido com videogames mais agressivos e novas funções de exibição, como a resolução 4K e cores de grande alcance dinâmico (HDR, da sigla em inglês). Os jogos de realidade virtual também exigem mais poder de computação. A menos que os fabricantes de console queiram tentar vender novo hardware todos os anos, eles precisam de uma mudança de paradigma para que seus sistemas possam adotar novas funções mais rapidamente.

O ano das telas

O iPhone 7 ofereceu, em grande parte, mais do mesmo (menos um fone de ouvido). E o Galaxy Note 7, da Samsung, entrou para a história, mas pelos motivos errados. Se 2016 foi o ano em que o smartphone ficou chato, 2017 será o ano de sua reinvenção. Saltos na tecnologia de tela e software pavimentarão a maior revolução dos telefones em anos. A Apple deve fazer esforços extremos no aniversário de 10 anos do iPhone. Há rumores de modelos sem nenhum botão com telas curvas OLED. A Samsung, que vem promovendo o design curvo e sem ângulos há algum tempo, provavelmente continuará a tendência com o Galaxy S8, dando ao seu principal telefone nova funcionalidade de inteligência artificial.

Teste à neutralidade da net

A neutralidade da net está entrando numa era escura. No ano passado, a Comissão Federal de Comunicações dos EUA impediu provedores de serviços de internet como a Verizon de cobrar taxas para que serviços como a Netflix cheguem aos lares de seus clientes em velocidades mais rápidas. Mas os membros da equipe de transição do presidente eleito Donald Trump parecem mais solidários com os provedores de serviços de internet. Para os consumidores, um relaxamento das regras de neutralidade da net poderia significar mais poder (e, por sua vez, mais dinheiro) nas mãos das operadoras que querem colocar trancas na web.

A mágica da IA

Em 2017, os computadores demonstrarão a capacidade de aprender e tomar decisões usando seus próprios cérebros. Apoiado por enormes quantidades de dados e investimentos de grandes empresas de tecnologia, um salto nos sistemas de IA que operam assistentes de voz, aplicativos e redes sociais é bem provável. O sistema neural de tradução automática do Google, por exemplo, já pode traduzir frases completas melhor que tradutores de linguagem programada tradicionais. Há até evidências de que ele está aprendendo os fundamentos da própria linguagem. Seja com carros inteligentes, assistentes virtuais ou aplicativos de fotos, a relação dos humanos com as máquinas mudará em 2017.


Por GEOFFREY A. FOWLER e  JOANNA STERN

Geração solar sofre revés e investimento será adiado



O cancelamento do único leilão de energia de reserva (LER) que contrataria energia solar fotovoltaica de 2016 pode resultar na postergação de investimentos de produtores de equipamentos dessa fonte no Brasil.

Inicialmente, o governo federal planejava a realização de dois leilões de reserva no ano passado, contratando energia eólica e solar. As duas disputas acabaram sendo canceladas – a última, marcada para 19 de dezembro, com apenas cinco dias de antecedência.

“O cancelamento foi um sinal preocupante para o setor, veio de forma abrupta”, disse Rodrigo Sauaia, presidente da Associação Brasileira de Energia Solar (Absolar). “Isso gera uma certa frustratação e, mais que isso, também gera perda de credibilidade, pelo fato de o anúncio ter sido feito dessa forma”, completou.

Segundo Nelson Colaferro, fundador da Blue Sol Energia Solar, voltada para geração distribuída, e presidente do conselho da Absolar, a velocidade no ganho de escala do segmento de energia solar pode ser menor por conta desse cancelamento.

Além de postergar investimentos de potenciais fabricantes de equipamentos para a área de energia solar que consideram se instalar no Brasil, o cancelamento também pode atrasar o desenvolvimento da geração distribuída solar no país.

“Estávamos torcendo para os leilões acontecerem, pois isso traria benefícios para a geração distribuída”, disse Pierre-Yves Mourgue, presidente da GreenYellow do Brasil, empresa controlada pelo grupo Casino e especializada em eficiência energética e geração distribuída.

Segundo Mourgue, o setor de geração distribuída não tem o poder de atrair fabricantes para o país, ao contrário daqueles que se concentram em grandes projetos de geração solar centralizada.

Um dos obstáculos para o desenvolvimento de projetos de geração distribuída é justamente o financiamento. Bancos de fomento, por exemplo, exigem percentuais de conteúdo local difíceis de serem atingidos, uma vez que a maior parte dos equipamentos ainda é importada.

“Uma freada nos leilões federais atrasa um pouco isso e dificulta aqueles que precisam buscar uma fonte de financiamento com o BNDES ou outros bancos nacionais”, disse Mourgue.

Segundo Colaferro, a postergação de investimentos no segmento deve acontecer apenas no curto prazo. “Em 2017, o governo vai ter de rever a estratégia e voltar a contratar fontes renováveis, solar e eólica com certeza”, afirmou Colaferro.

Sauaia também aposta no retorno de leilões de energia solar este ano. “Nossa expectativa é que o governo trabalhe para recuperar a confiança do setor solar e dê uma sinalização de clareza, estabelecendo e cumprindo uma meta objetiva de contratação anual para a fonte nos próximos cinco a dez anos”, disse.

Fonte: Valor Econômico

Arivaldo Bispo

domingo, 6 de novembro de 2016

Leilão eólica marcado para o dia 16 de dezembro pode se tornar inviável.



A Abeeólica teme que o esforço de agentes para incluir os estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul no leilão de energia de reserva (LER) marcado para o dia 16 de dezembro acabe por tornar inviável a realização da concorrência ainda neste ano.

A preocupação levou a associação a enviar um comunicado aos associados, nesta quarta-feira (26/10), pedindo que se considere o impacto sobre o setor como um todo, que precisa vender energia eólica em 2016 – ano que até o momento passa zerado para a fonte.

“Precisamos esclarecer que um potencial adiamento seria, na prática, um cancelamento do leilão. Pois, encerrado o ano de 2016, não se fará, em 2017, contratação 'atrasada' de energia que deveria ter sido contratada em 2016. Leilões realizados em 2017 contratarão energia com base nas demandas estimadas à época dos respectivos leilões. E um suposto LER adiado de dezembro de 2016 cairá por terra, levando a zero a contratação de geração eólica no ano de 2016. Ou seja, 'adiamento' é sinônimo de 'cancelamento', e todos devem estar cientes desta situação”, diz o comunicado, ao qual a Brasil Energia teve acesso.

O entendimento da associação é que essa tentativa de inclusão pode tornar infrutíferos todos os esforços empreendidos ao longo do ano para viabilizar uma concorrência. Pedir que o governo reconsidere a participação dos estados seria, portanto, dar um sinal de que a indústria quer que o leilão seja adiado.

O LER de dezembro, vale lembrar, foi colocado em xeque pelo governo federal no meio do ano. AAbeeólica encomendou um estudo de três consultorias para mostrar ao MME a necessidade de contratação de energia ainda em 2016 e obteve uma sinalização positiva do governo, que finalmente marcou a concorrência. O MME afirma, através da assessoria de imprensa, que não estuda mudar a data do leilão.

Diálogo com os estados

Na semana passada, a Abeeólica enviou carta aos governadores dos três estados excluídos da concorrência – além do Ceará, que também teve uma margem pequena para a disputa. Na correspondência, a associação reconhece a frustração do mercado com a nota técnica ONS/EPE, que considerou nula a margem de escoamento nos estados da BA, RN e RS.

Além disso, se comprometeu com esses estados a liderar uma campanha pela realização do LER 2017, para o qual a margem de transmissão nas regiões excluídas neste ano será maior. Os estados são, não por coincidência, os maiores produtores de energia eólica do país.

Para enfrentar a questão da falta de estrutura de transmissão nos estados, que não é novidade alguma para o setor, a Abeeólica encomendou um estudo para propôr uma reforma do modelo de transmissão, que está sendo realizado pela consultoria PSR.

Nas últimas semanas, os governadores da BA, RN e RS enviaram cartas ao ministro Fernando Bezerra Coelho Filho, pedindo sua reinclusão na concorrência. Os estados não pedem o adiamento do leilão, mas que o ONS refaça o cálculo, considerando autorizações da Aneel que abrem capacidade de transmissão e que foram publicadas dias após a data limite para a análise do operador.

Por sua vez, o ONS afirma que precisaria de pelo menos três meses para fazer o novo cálculo de margem de escoamento. Um dos argumentos do operador para justificar que o processo seja tão longo é que sua equipe está reduzida, segundo fonte a par do assunto. Agentes interessados em que o ONS refaça a nota técnica afirmam que essa reavalização poderia ser feita em menos de um mês.

De qualquer forma, adiar o leilão significaria, na prática, seu cancelamento, na visão da Abeeólica. “A eventual iniciativa de recalcular as margens de escoamento necessariamente resultará no cancelamento do leilão, pois 16 de dezembro é praticamente o ultimo dia útil do ano para fins de leilões”, diz a associação no comunicado.

A interpretação é corroborada pelo presidente da EPE, Luiz Augusto Barroso, que afirmou, após participar da Rio Oil & Gas, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (26/10), que "esse processo [de análise da margem de escoamento] pode e será aperfeiçoado para os futuros leilões. Só que qualquer aperfeiçoamento que seja implementado agora, necessariamente vai significar o adiamento do leilão, o que é o cancelamento para um leilão feito em 16 de dezembro, porque passaria para o ano seguinte."

Preço-teto para o leilão

A Abeeólica defende de forma intensa a realização de um leilão para manter minimamente um ritmo de encomendas na indústria, em fase de consolidação. Mas mesmo garantindo a realização da concorrência, o sucesso dos projetos não é garantido. É de conhecimento que os estados que poderão participar têm projetos menos atrativos e precisarão de uma remuneração maior para serem viabilizados, em comparação com os excluídos.

O preço-teto que deve ser sugerido para a concorrência, conforme apurou a Brasil Energia, ficará na faixa dos R$ 270/MWh. A avaliação do mercado é de que haverá uma margem disponível de 3 GW, dos quais 1,5 GW podem ser disputados com a fonte fotovoltaica, que também participa da concorrência.

Esse é mais um motivo de preocupação para a associação, que enxerga a possibilidade de o leilão ser mantido apenas para a fonte solar, que acabaria ocupando um espaço que poderia ser das eólicas nas poucas linhas de transmissão disponíveis.

Demanda baixa

O impasse acontece num momento em que o governo tem estudado medidas para reduzir a sobrecontratação das distribuidoras. Um dos leilões obrigatórios, o A-3, inclusive, não foi realizado exatamente por causa da atual conjuntura energética – fechando uma janela de contratações para as eólicas.

Ao mesmo tempo, o MME tem sinalizado que pretende fazer uma "limpeza" nos contratos de energia que podem sofrer atrasos, como os LER de 2014 e 2015 e com as usinas que dependem de fornecimento da Impsa. A limpeza, por outro lado, pode abrir espaço para novas contratações.



Arivaldo Bispo

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Enel inicia a construção do parque eólico Morro do Chapéu - Bahia

Enel Green Power Brasil e Uruguai



A Enel inicia a construção do parque eólico Morro do Chapéu Sul (172 MW), nos municípios de Morro do Chapéu e Cafarnaum, na Bahia. O complexo será capaz de gerar mais de 830 GWh por ano, o suficiente para atender à necessidade de consumo de energia de mais de 320.000 lares brasileiros, evitando a emissão de cerca de 225.000 toneladas de CO2 na atmosfera anualmente. Com a entrada em operação prevista para o primeiro semestre de 2018, a Enel investirá cerca de 380 milhões de dólares na construção de Morro do Chapéu Sul.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

PEC ENERGIA INVESTIRÁ R$ 1 BI EM PARQUE EÓLICO NA BAHIA



A PEC Energia assinou protocolo de intenções para investir R$ 1 bilhão na implantação de parque eólico em Gentio do Ouro, no centro-norte da Bahia. O parque, de acordo com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, possui capacidade instalada de 205,85MW e geração de 500 empregos na fase de construção, além de outros 50 na operação.

O protocolo foi assinado pelo titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda, e o diretor da PEC Energia, Gilberto Feldman. A empresa, conforme o estado, aderiu ao Programa ‘Primeiro Estágio, Primeiro Emprego’ criado pelo Governo do Estado.

Segundo Feldman, serão implantados sete parques eólicos na primeira fase do projeto. A previsão é de que o investimento na segunda etapa represente o dobro do que foi destinado à primeira fase. Quando à escolha do estado para instalação do empreendimento, ele disse que “a Bahia tem o maior potencial eólico do Brasil, onde encontramos hoje um dos melhores ventos do mundo”.

Ainda de acordo com Feldman, Gentio do Ouro foi escolhido por ser “município pouco explorado” e “grande potencial eólico”. Está prevista a instalação de uma “nova subestação, que leva o mesmo nome da cidade, [facilitando] o escoamento da energia”.


Fonte:
Publicado em Economia & Negócios
Arivaldo Bispo

A Enel Green Power Brasil e Uruguai iniciou a construção da planta solar Horizonte


A Enel Green Power Brasil e Uruguai iniciou a construção da planta solar Horizonte, em Tabocas do Brejo Velho, na Bahia. A nova usina terá capacidade instalada de 103 MW e, quando concluída, será capaz de gerar mais de 220 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades de consumo de mais de 108.000 lares brasileiros, evitando a emissão de cerca de 129.000 toneladas de CO2 na atmosfera. O Grupo está investindo cerca de 110 milhões de dólares na construção da planta, que deve entrar em operação no segundo semestre de 2017.

Arivaldo Bispo

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

ONU e Veduca lançam curso online gratuito sobre Energias Renováveis com certificação

O curso online foi desenvolvido pelo Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe, da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI), visando a promover a formação de profissionais na área de energias sustentáveis.


Em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (ONUDI) e o Veduca – principal plataforma de ensino superior online do Brasil –, lançam o curso online Energias Renováveis, com certificação pela ONUDI. O acesso ao curso é totalmente aberto e gratuito. Os interessados podem se inscrever e estudar no site do Veduca a partir de 5 de junho, acessando www.veduca.com.br/play/7339

O curso foi desenvolvido a pedido do Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe, da ONUDI, por um grupo de conceituadas instituições espanholas formado pela Universidade de Salamanca (USAL), Universidade Politécnica de Madri, Centro de Investigações Energéticas, Ambientais e Tecnológicas (CIEMAT) e pela Fundação Centro de Educação a Distância para o Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (CEDDET).

“A carência de profissionais e de cursos voltados para desenvolvimento de energias renováveis é um dos maiores desafios para que a região consiga cumprir as metas de sustentabilidade estabelecidas pela ONU para 2030”, diz Gustavo Aishemberg, representante da ONUDI no Brasil e diretor do Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe. “Nosso objetivo ao oferecer esse programa de capacitação é contribuir para que a região consiga fazer sua parte.”

O programa é destinado a profissionais e estudantes interessados em se capacitar e se aperfeiçoar no tema energias renováveis.

Está organizado em 7 módulos:

Energia e Mudanças Climáticas
Energia Minieólica
O Biogás
Pequenas Usinas Hidrelétricas
Energia Solar Térmica
Energia Solar Fotovoltaica
Eficiência Energética em Edifícios
O curso também está disponível no site do Observatório de Energias Renováveis da ONUDI. Na plataforma do Veduca, o diferencial é que as videoaulas são divididas em partes e acrescidas de séries de quizzes para que o estudante possa testar seus conhecimentos enquanto assiste ao conteúdo. Cada módulo conta também com uma série de materiais complementares, para que o estudante possa se aprofundar em cada um dos temas.

“O aluno conta com uma série ferramentas para melhorar sua experiência de aprendizagem online, como um caderno virtual e o fórum de discussão do curso, onde é possível trocar informações e interagir com outros estudantes”, diz Carlos Souza, CEO do Veduca.

Certificação por módulo

O curso possibilita a certificação, emitida pela ONUDI, Universidade de Salamanca, Universidade Politécnica de Madri, CIEMAT e CEDDET, em cada um dos 7 módulos. O estudante pode optar por se aprofundar e obter o certificado para quantos módulos desejar.

Após acessar o curso e estudar por meio da plataforma do Veduca, os estudantes interessados nas certificações devem realizar uma prova online, além de resolver estudos de caso e exercícios. Para mais informações sobre como obter a certificação, baixe o manual do aluno sobre o curso: http://bit.ly/1nmC59g

A certificação é totalmente gratuita.

Sobre o Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe

O Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e Caribe é um programa regional da ONUDI que visa a promover a disseminação das energias renováveis na região. O Observatório tem por missão proporcionar assistência aos setores público e privado para a mobilização necessária de recursos técnicos e financeiros.

Um de seus pilares estratégicos é o treinamento e a educação de recursos humanos locais como ponto fundamental para o desenvolvimento e ampliação dessas tecnologias na região da América Latina e do Caribe.

Sobre o Veduca

No ar desde março de 2012, o Veduca é uma das maiores plataformas de ensino superior online do mundo, com mais de 5.700 aulas de 21 das melhores instituições de ensino, como Harvard, Stanford, Yale, MIT, Berkeley, ONUDI, USP, Unicamp, Unesp e UnB. Desde então, teve mais de 5,6 milhões de acessos, sendo 3 milhões de visitantes únicos. Conta com mais de 390 mil estudantes cadastrados e cerca de 60 mil seguidores nas redes sociais.

Lançou os primeiros MOOCs da América Latina com certificação, em junho de 2013, em parceria com professores da USP e da UnB. Em outubro de 2013, lançou, em parceria com o UniSEB, o MBA em Engenharia e Inovação, primeiro MBA aberto online do mundo, cujo conteúdo, baseado em videoaulas com alguns dos melhores professores do Brasil, pode ser acessado gratuitamente por qualquer pessoa. O Veduca criou também o conceito Programa de Certificação, um pacote pago de benefícios exclusivos e serviços educacionais para auxiliar os estudantes que desejam obter um certificado válido pelo MEC a cumprir o curso com sucesso.

Mais de 16 mil estudantes já acompanham o MBA em Engenharia e Inovação. Em outubro de 2012, a empresa recebeu aporte de 1,5 milhão de reais dos fundos de investimentos Bolt Ventures e 500 Startups, do investidor-anjo Nicolas Gautier e da Macmillan Digital Education – parte do Macmillan Publishing Group. Em outubro de 2013, o mesmo grupo de investidores realizou novo aporte de 1,1 milhão de reais, reforçando sua confiança e satisfação com os resultados da empresa.

Fonte: https://nacoesunidas.org/onu-e-veduca-lancam-curso-online-gratuito-sobre-energias-renovaveis-com-certificacao/

Arivaldo Bispo

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Alternativas de Financiamento Podem Impulsionar Geração Solar Distribuída


2016-08-26 -  Para grandes usinas, leilão e BNDES ainda são determinantes.

São Paulo ­ As fornecedoras de equipamentos para usina solar estão buscando alternativas de financiamento para garantir a expansão do segmento no País. Pouco presente na matriz energética, essa fonte ainda depende muito de subsídios, reconhecem executivos.
A ABB, que possui cinco fábricas no Brasil e fornece equipamentos para usinas, espera alta nas vendas com a ampliação da oferta de financiamento para clientes de geração distribuída, em geral pequenos empreendimentos.

Segundo o gerente de produto solar da ABB no Brasil, Bruno Monteiro, os integradores ­ empresas que demandam produtos da ABB e fornecem a usina completa para o cliente final ­ tem oferecido financiamento junto com instituições financeiras no modelo de leasing.  O objetivo é permitir que clientes possam financiar usinas em um prazo maior.

"Isso permite que o aporte na usina solar seja mais atrativo que continuar pagando a conta de luz comum. É possível, por exemplo, estabelecer um valor de parcela do financiamento próximo ao que o cliente paga em sua conta de luz", destacou Monteiro.

O modelo de financiamento, já difundido nos Estados Unidos, pode ser decisivo para a expansão da geração solar  distribuída no Brasil, afirmou o executivo da ABB. Mas ele
não descartou a possibilidadede novas modalidades de custeio surgirem no mercado, como o consórcio dessas usinas.
"O segmento estava muito limitado a empresas com grande capacidade de desembolso, mas com essas alternativas é possível atingir consumidores em mais faixas da pirâmide".

A ABB tem ainda produtos enquadrados no Financiamento de Máquinas e Equipamentos (Finame), linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) que ajuda a subsidiar a
compra de itens fabricados no País com taxas de juros menores.

Grande porte

Para os grandes empreendimentos, como usinas as ofertadas em leilões, esses subsídios do BNDES continuam sendo a principal fonte de estímulo à expansão, comentou o diretor do grupo setorial de sistemas fotovoltaicos da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Ildo Bet.

"Tudo (em usina solar) vai ter Finame, não se enganem. Os módulos com fabricação local, por exemplo, ainda são muito caros, mas o financiamento do BNDES pode fazer valer a pena comprar,
mesmo que com um preço um pouco maior, o produto em grande quantidade fabricado aqui."

A mesma avaliação é feita pelo engenheiro de projetos da Yaskawa, Rafael Prebianchi. "A maior parte das empresas que participam dos leilões precisa do BNDES para ajudar a financiar a compra de
equipamentos e estamos atentos para essa demanda", contou ele.

A Yaskawa apresentou nesta semana seus primeiros inversores para usinas solares no Brasil. O produto foi trazido da unidade norte­americana da companhia, passou por adaptações para atender às normas locais e pode ser aplicado em usinas de grande porte.

"O foco agora é atender a demanda gerada por leilões de reserva que já ocorreram, mais o previsto para este ano", disse Prebianchi. Os inversores da empresa devem ser enquadrados no Finame em
novembro e enviados para avaliação final das unidades da Yaskawa nos Estados Unidos e Japão em dezembro.
Todo o processo de certificação da empresa está previsto para terminar até março de 2017, quando a produção dos inversores na fábrica de Diadema (SP) terá início.

"No segundo semestre de 2017, a empresa vai introduzir o produto para aplicação comercial de geração distribuída e o objetivo é que o volume de produção cresça no mínimo 100 megawatts (MW) em 2017 e 500 MW no mínimo em 2018", revelou a gerente de negócios internacionais da companhia, Mercedes Boue.

Jéssica Kruckenfellner

Arivaldo Bispo